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O PORTE DE ARMAS

Benedito G. Barbosa Jr.

 
   O governo, obedecendo aos mandos e desmandos da ONU em sua campanha de anti-soberania nacional, tenta ou tentou aprovar a lei absurda do desarmamento civil, lei esta que nos países onde foi aplicada só mostrou efeitos contrários aos prometidos pelos seus defensores.

   Para não sair totalmente com "o rabo no meio das pernas", os entreguistas tentam agora acabar com o porte legal de armas. Novamente batendo na tecla de que o cidadão de bem não precisa andar armado, que todo bandido já foi um cidadão de bem, que todo cidadão é um despreparado, que isso evitará muitas mortes, etc.

   Qualquer pessoa com a mínima capacidade de raciocinar, sabe que mais uma vez, estão errados e atacam o efeito e não a causa. Quem já portou uma arma diuturnamente, sabe o quanto é incômodo e desgastante andar em estado de alerta. Sendo assim, a verdade é exatamente contrária. Neste momento, de guerra civil não declarada(?), é que temos a necessidade do porte não discricionário. Defendo que todos devam andar armados? NÃO, CLARO QUE NÃO. O porte deve ser concedido a pessoas que se enquadrem nas especificações necessárias. Uma vez comprovado os preceitos legais exigidos, o cidadão deve ter o direito ao porte. E não depender do humor de um ou outro delegado.

   "A chance de reagir é pequena!" afirmam os "doutores" entendidos. Isso não é verdade! Mas mesmo que fosse, essa chance deve ser dada ao cidadão de bem. Aquele que não possui a índole entreguista deve ter o direito e os meios necessários para que tenha a melhor chance possível de reação. Uma vez, que dada sua índole, irá reagir de uma forma ou outra.

   O porte de armas deve ser visto como um atestado de idoneidade e não como uma licença para matar. O cidadão que anda legalmente armado só tem por objetivo a defesa de seus valores mais caros ( família, patrimônio e a própria vida). Abusos? Sim, há abusos. Mas a exceção não deve invalidar a regra pois, se assim fosse, não teríamos governo, polícias, hospitais e todos os órgãos e entidades legalmente existentes.

   Dizer sim ao porte é dizer não para à violência. Contraditório? Pode ser, mas é o mundo que nós vivemos. Não uma utopia debilóide de seres que querem desinventar a violência e as armas de fogo.

   Os "entendidos" de plantão querem transformar um leão, em plena floresta, em um ser vegetariano... 
 

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