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CÂMERAS DE VIGILANCIA 

Jorge Luiz Prestes Braga 

   É latente e vivaz a discussão acerca da instalação de câmeras de vigilância em locais estratégicos de Porto Alegre.
Pessoas da mais alta estirpe com conhecimentos jurídicos afinadíssimos se posicionam contrariamente a dito equipamento de vigilância, em nome da privacidade, que é um direito de todos os indivíduos.
   O assunto é novo para nós, porém é por demais conhecido nos EUA e Europa, e, muito especialmente na Grã-Bretanha, país onde a democracia é apenas um pouco mais antiga que a nossa, o fato já é por demais antigo tanto que conta com mais de 4 milhões desses equipamentos, sendo que 500 mil só no metrô de Londres.
   É inegável a serventia desse instrumento na inibição da ocorrência de delitos em sua área de alcance, o que por si só já justificaria sua instalação, porém se não bastasse não há que se falar em direito à privacidade quando as pessoas estão sendo vilipendiadas em um bem maior que são suas vidas, em suma o direito individual, neste caso sucumbe ao interesse coletivo.
   Há de se falar em direito à privacidade em nossos lares, em nossa correspondência, em nossas conversas telefônicas, porém nas vias públicas e locais de acesso público é dever do estado atuar e usar os mecanismos necessários para conter o avanço inexorável da bandidagem.
   Questionar o emprego desse equipamento  equivale ao desarmamento civil perpetuado pela lei respectiva recém aprovada, ou seja, é mais um fator motivador da delinqüência contra os cidadãos  de bem, que cada vez estão mais acuados e a cada fim de jornada retornam as suas residências como um sobrevivente da selva de concreto.
   Por outro lado teorizar acerca de fato tão concreto só pode ser obra de pessoas que estão vivendo ao largo do processo social atual ou vivenciam apenas parte da realidade, pois o cidadão comum, que sofre os efeitos da criminalidade e da violência, certamente está a aplaudir essa já tardia iniciativa do poder público.
   Criticas são necessárias para aperfeiçoar o uso do equipamento, mas questionar sua legalidade só pode ser obra da emperrante burocracia característica de nossa incipiente democracia e cultura terceiro-mundista.
   Sejam bem vindos as câmeras de vigilância e quaisquer outros equipamentos que sirvam como auxiliares da polícia e da sociedade na cada vez mais desigual luta contra a criminalidade.

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